Depois de uma primeira fase onde não empolgou, time do Peladeiros emplacou sequência positiva no mata-mata até alcançar a taça

REDAÇÃO FUTEBOL GONÇALENSE
_MG_0966
Willian fez a tradicional catimba nas cobranças de shoot-out. Foto: Gabriel Farias.

Um dos títulos mais sofridos do futebol 7 gonçalense em 2015 foi do PSG, na Série Bronze. Após uma primeira fase onde alternou bons e maus momentos (terminando em terceiro lugar no Grupo C), a equipe laranja foi para as eliminatórias e testou todo seu poder de decisão.

Nos quatro duelos de mata-mata, superou três oponentes nas cobranças de shoot-outs (Ousadia, nas quartas; Pedrinha, nas semi; e Criciúma, na final). Um dos grandes responsáveis pela conquista, ao defender duas cobranças na decisão, foi o goleiro Willian.

— É a melhor hora do goleiro e temos que esperar até o último momento, tendo um pouco de sorte também. Quando é bem batido, não tem o que fazer, mas quando vai em cima, tem que fazer sua parte — analisou.

Para Willian prevaleceu o maior poder de decisão que o PSG teve com relação aos adversários. Times que apresentaram qualidade técnica elevada ficaram pelo caminho, enquanto o Peladeiros foi se superando na base da concentração, sem se deixar levar pela tensão do momento.

— Prevaleceu o sangue frio. Na reta final é que conta, é onde precisamos demonstrar força. Não adianta fazer uma grande campanha, mas chegar na fase final e perder. Estávamos piores na decisão (contra o Criciúma), mas conseguimos empatar, cadenciar o jogo e levar para o shoot-out onde fomos campeões — completou o arqueiro.